Dr. Érico Diógenes | Urologista especialista em Cirurgia Robótica
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Os benefícios resultantes do caráter minimamente invasivo da cirurgia robótica deixam evidentes que essa é uma tecnologia que
revolucionou e continua revolucionando a medicina.

Proporcionando menor trauma cirúrgico, menor risco de sangramentos e menores chances de complicações pós-
operatórias, é grande o anseio de que cada vez mais profissionais busquem a especialização em cirurgia robótica. Desse modo, mais
pacientes poderão usufruir dos benefícios dessa modalidade de cirurgia.

E como a especialidade médica que mais utiliza o robô cirúrgico é a urologia, é pertinente falarmos sobre qual é a
certificação que um urologista deve ter para realizar a cirurgia robótica.

Para poder operar com o robô Da Vinci – nome pelo qual o robô cirúrgico é conhecido – existem etapas a serem cumpridas. A
Instituitive / Stratner, (companhia americana responsável pela comercialização dos robôs) exige que o profissional obtenha uma
certificação.

O cirurgião urológico com título de especialista pela AMB ou que possua residência médica devidamente credenciada pelo
CNRM/MEC deverá passar primeiro por um curso de especialização, que pode ser feito no Brasil ou no exterior. É um
treinamento onde o cirurgião passará por testes e usará simuladores para familiarizar-se com o robô cirúrgico.

Durante sua curva de aprendizado, os cirurgiões são auxiliados pelo MIMIC. Esse simulador robótico é o mais conhecido
no mercado atualmente e, aliado à realidade virtual, reproduz os movimentos do Da Vinci e possui os mesmos instrumentos,
deixando o cirurgião mais aprimorando para a cirurgia robótica. O urologista deve ser capaz de realizar com segurança todas as
situações que envolvem uma operação real com o robô.

Após passar por essa etapa, o médico deverá fazer um teste em centros de treinamento de cidades dos Estados Unidos, como
Houston, para que obtenha sua habilitação internacional para operar com o uso do robô cirúrgico.

Ao retornar com a sua certificação, o cirurgião deverá ainda ser acompanhando por um proctor na realização das primeiras
cirurgias robóticas até que seja considerado apto a operar “sozinho” um paciente com o auxílio do robô cirúrgico, o que normalmente
ocorre após vinte operações.

E é importante destacarmos isso. Quem opera não é o robô, mas o cirurgião que o comanda. Por isso, uma capacitação
minuciosa é indispensável. Etapas não devem ser puladas, a carga horária deve ser cumprida. Todos os benefícios oferecidos pela
cirurgia robótica só poderão ser usufruídos pelo paciente se o médico que o opera for plenamente competente a apto para realiza-
la!

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